"Fico tão cansada às vezes, e digo para mim mesma que está errado, que não é assim, que não é este o tempo, que não é este o lugar, que não é esta a vida." Caio F.
terça-feira, 20 de março de 2012
o pó.
foi quando ela percebeu que lá tudo era velho, tudo dava defeito. os móveis, os eletrodomésticos e as relações. Ah! estas estavam tão velhas e desgastadas que não tinham mais uso, simplesmente não existiam mais.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
diga ao povo que eu falo
sempre que deveria temer, tenho coragem.
todos os outros temem e me dizem que eu deveria temer também, mas eu não me conformo em ter que temer, me esconder, me omitir.
isso pra mim não é medo, é falta de coragem, é ser "bundão" ao extremo e eu não consigo.
não consigo calar diante de uma injustiça, nem comigo e muito menos com os outros e não é sendo ou querendo ser a boa samaritana e muito menos a defensora dos fracos e oprimidos, é só o inferno do meu jeito aquariana de ser que não me deixa em paz enquanto eu não grito, esperneio ou pelo menos permaneço firme, sem me render.
eu sempre me preocupo e me entristeço quando o medo é maior que a coragem, quando você não pode dizer e fazer conforme acha certo, quando tem que abaixar a cabeça. a gente já tem que abaixar a cabeça tantas e tantas vezes, ao longo do dia ou da vida, que, pelo menos ao que nos diz respeito, deveríamos poder agir ou reagir sem medo.
a sombra do medo me apavora. quero conseguir fugir dela.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
estar (enfim) só
basicamente um "saco de risadas", mas tenho selecionado bem para quem mostro os dentes.
estou aprendendo a deixar as pessoas irem, a não tentar prendê-las, a não tentar ser legal ou boazinha. tentando ser o que sou , mesmo que doa a quem dói: eu.
doeu perder alguns pedaços, algumas vidas, mas quando me olhei...estava inteira e tinha que continuar.
ontem meu avô me disse que a solidão mata, mas então minha receita seria: morra um pouquinho todo dia, pois a solidão é necessária. eu estive por muito tempo, rodeada e percebi que não tinha tempo e nem espaço para me olhar, me conhecer, me gostar, e principalmente, me bastar.
e depois que eu vi as pessoas, as conheci, as tentei entender ou decifrar...as quis perto ou longe e perto e longe.
fiquei seletiva, mas parei de procurar coisas boas, estou mantendo as que já tenho perto de mim e deixando que venham a mim outras boas novas.
parei de precisar de coisas e pessoas quando vi que eu era suficiente. pelo menos pra mim.
"Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras - e por tudo isso, ando cada vez mais só" (é. Caio sempre tem algo a dizer por mim.)
estou aprendendo a deixar as pessoas irem, a não tentar prendê-las, a não tentar ser legal ou boazinha. tentando ser o que sou , mesmo que doa a quem dói: eu.
doeu perder alguns pedaços, algumas vidas, mas quando me olhei...estava inteira e tinha que continuar.
ontem meu avô me disse que a solidão mata, mas então minha receita seria: morra um pouquinho todo dia, pois a solidão é necessária. eu estive por muito tempo, rodeada e percebi que não tinha tempo e nem espaço para me olhar, me conhecer, me gostar, e principalmente, me bastar.
e depois que eu vi as pessoas, as conheci, as tentei entender ou decifrar...as quis perto ou longe e perto e longe.
fiquei seletiva, mas parei de procurar coisas boas, estou mantendo as que já tenho perto de mim e deixando que venham a mim outras boas novas.
parei de precisar de coisas e pessoas quando vi que eu era suficiente. pelo menos pra mim.
"Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras - e por tudo isso, ando cada vez mais só" (é. Caio sempre tem algo a dizer por mim.)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
adeus.
acho que nunca havia nem pensado em dizer isso.
e deus ou alguém deve saber como isso é difícil pra mim.
dizer adeus é difícil.
dizer adeus pra você dói.
ninguém sabe o que se passa dentro da gente e nem entre a gente. só eu sei.
só eu sei como sua ausência vai me machucar, como cada lugar vai lembrar você, e como eu vou sorrir e chorar ao lembrar de uma vida juntos.
uma vida! sua vida. minha vida com você.
fica em paz e obrigada, por não dizer adeus.
e deus ou alguém deve saber como isso é difícil pra mim.
dizer adeus é difícil.
dizer adeus pra você dói.
ninguém sabe o que se passa dentro da gente e nem entre a gente. só eu sei.
só eu sei como sua ausência vai me machucar, como cada lugar vai lembrar você, e como eu vou sorrir e chorar ao lembrar de uma vida juntos.
uma vida! sua vida. minha vida com você.
fica em paz e obrigada, por não dizer adeus.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
sozinha, mas rodeada.
acordo rodeada
e parto sozinha.
me sinto rodeada,
mas penso sozinha.
vou sozinha
e fico rodeada.
volto sozinha
para estar novamente rodeada.
quando me vejo rodeada, estou sozinha.
e quando sozinha me vejo, estou rodeada.
passo então a ser uma sozinha rodeada desejando estar rodeada por você e sozinha.
e parto sozinha.
me sinto rodeada,
mas penso sozinha.
vou sozinha
e fico rodeada.
volto sozinha
para estar novamente rodeada.
quando me vejo rodeada, estou sozinha.
e quando sozinha me vejo, estou rodeada.
passo então a ser uma sozinha rodeada desejando estar rodeada por você e sozinha.
terça-feira, 14 de abril de 2009
con-sumida.
este cansaço e este nervoso me consomem.
não sei por onde começar e quando vou terminar.
nem sei mais onde eu começo e onde termino eu.
me falta calma, me falta tempo mas me sobram as vontades, os quereres, as angústias e ansiedades, o sumiço.
fico nervosa e então grito, choro, bato.
quero dar à alguém a culpa do que eu mesma escolhi, e já não sei se aguento, já não me vejo tão capaz.
esse(s) alguém(ns) não te(ê)m não merecem essa mágoa que é só minha, não me merece(m) assim.
só agradeço e continuo por saber, que o pior hoje será o melhor amanhã.
só respiro ainda porque tenho meus motivos pra sorrir.
tenho meu(s) alguém(ns).
tenho rostos e mãos que vêm ao meu encontro, que me alegram, que me cuidam, que me amam.
e mesmo sem tempo, mesmo sem jeito, mesmo sem paciência, quero fazer isso por eles.
quero estar e ser pra eles todo esse bem que eles são pra mim.
quero continuar na luta. por eles e por mim. por nós.
não sei por onde começar e quando vou terminar.
nem sei mais onde eu começo e onde termino eu.
me falta calma, me falta tempo mas me sobram as vontades, os quereres, as angústias e ansiedades, o sumiço.
fico nervosa e então grito, choro, bato.
quero dar à alguém a culpa do que eu mesma escolhi, e já não sei se aguento, já não me vejo tão capaz.
esse(s) alguém(ns) não te(ê)m não merecem essa mágoa que é só minha, não me merece(m) assim.
só agradeço e continuo por saber, que o pior hoje será o melhor amanhã.
só respiro ainda porque tenho meus motivos pra sorrir.
tenho meu(s) alguém(ns).
tenho rostos e mãos que vêm ao meu encontro, que me alegram, que me cuidam, que me amam.
e mesmo sem tempo, mesmo sem jeito, mesmo sem paciência, quero fazer isso por eles.
quero estar e ser pra eles todo esse bem que eles são pra mim.
quero continuar na luta. por eles e por mim. por nós.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
um meu amor
Não há mais como esconder se do
Íntimo resplandece o que penso e o que sinto
Cada passo meu já revela
Olhar para mim, já é ver você
Lembrar cada palavra, cada gesto
Amar-te em cada pedaço
E repetir seu nome sem parar
Sonhar uma vida ao seu lado
Andar despreocupada e
Rir de tudo, rir da vida pois, se
Ao meu lado te tenho e
Incansavelmente te quero, te espero
Vou ao teu encontro
Amanhecer a minha vida, a cada dia em teus braços.
Íntimo resplandece o que penso e o que sinto
Cada passo meu já revela
Olhar para mim, já é ver você
Lembrar cada palavra, cada gesto
Amar-te em cada pedaço
E repetir seu nome sem parar
Sonhar uma vida ao seu lado
Andar despreocupada e
Rir de tudo, rir da vida pois, se
Ao meu lado te tenho e
Incansavelmente te quero, te espero
Vou ao teu encontro
Amanhecer a minha vida, a cada dia em teus braços.
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